Farmacêutico: Bom dia, posso ajudar?
A: Bom dia, pode sim. A moça entrega um papelzinho verde para o farmacêutico. Foi meu dentista que prescreveu, vou precisar de todos os itens da receita.
Farmacêutico: Humm.. deixa ver. Antiinflamatório, 1 x ao dia, 1 caixa; Relaxante muscular, antes de dormir, 1 caixa; Namorado, uso mínimo e um... NAMORADO??? Quequeéisso moça, é alguma pegadinha? A senhorita tá de brincadeira comigo é?
A: Não, Seu Farmacêutico, foi o dentista que prescreveu, o sr. não está vendo aí? Eu fui lá com uma baita dor e saí do consultório com essa receita na mão.
Farmacêutico: A senhorita realmente não pode estar falando sério. Que estória mais esquisita, explica isso direito.
A: Seu farmacêutico, eu acordei com tanta dor que não podia nem abrir a boca. Parecia que tinham pregado minha mandíbula no lugar. Fui lá no Dr. Dentista pra ele me dizer o que tinha acontecido, afinal a pessoa dorme boa e acorda desse jeito, não pode né? Depois que ele olhou, mexeu, perguntou, a gente sentou numa salinha pra conversar. Depois de uns minutinhos de conversa ele disse que eu estou estressada e que a dor é muscular. Pra isso os remédios. E que alguém precisa ver se estou apertando os dentes enquanto eu durmo. Pra isso o namorado. Entendeu agora?
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Curitibana, graças a Deus.
O melhor do pior em ser curitibana.
Não sou muito fã do way of living do curitibano mas como diria o Djavan 'valei-me Deus!'
Estar em um shopping lotado na hora do almoço e encontrar um cidadão, que é amigo do amigo, mas que frequenta os mesmos lugares que você (e portanto vocês se cruzam em todos os eventos sociais possíveis) e que finge que não te viu é ruim. Fica pior ainda quando você sabe que o indivíduo te viu eesnobou disfarçou. Tá certo, a possibilidade de ele não lembrar de você existe (difícil, já que você deixou explícito o seu interesse pelo moçoilo e inclusive mandou um torpedo no celular dele), mas vamos e venhamos, você adicionou ele no orkut e no facebook, mas quem convidou pra vizinho na Farmville foi ele.
Agora vem a parte boa. Ele fingiu que não me viu? Tudo bem, também fingi que não vi.
Eu sei que ele me viu. Ele sabe que eu o vi. E ficamos lá, cada um em sua mesa do shopping com sua turma mantendo uma super pose blasé de superioridade.
Quanta maturidade. E curitibanidade.
Não sou muito fã do way of living do curitibano mas como diria o Djavan 'valei-me Deus!'
Estar em um shopping lotado na hora do almoço e encontrar um cidadão, que é amigo do amigo, mas que frequenta os mesmos lugares que você (e portanto vocês se cruzam em todos os eventos sociais possíveis) e que finge que não te viu é ruim. Fica pior ainda quando você sabe que o indivíduo te viu e
Agora vem a parte boa. Ele fingiu que não me viu? Tudo bem, também fingi que não vi.
Eu sei que ele me viu. Ele sabe que eu o vi. E ficamos lá, cada um em sua mesa do shopping com sua turma mantendo uma super pose blasé de superioridade.
Quanta maturidade. E curitibanidade.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Entrevista de emprego
Lá pro meio da entrevista a executiva moderninha pergunta pra candidata:
Fale sobre seus planos para o futuro. Como você imagina estar daqui a dois anos?
Perguntinha bááásica de entrevista essa, todo mundo tem a resposta ensaiada desde que saiu da faculdade certo?
A candidata responde:
Olha só, eu tive planos para o futuro uma vez. Casa, marido, filhos, carro e casa na praia. Um dia, sem mais nem menos o marido olhou pra mim e disse que não rolava mais. O plano virou ex-plano, a casa virou ex-casa, o marido, ex-marido, os filhos ainda estão esperando pra nascer, o carro virou dinheiro no banco e a casa na praia ele deve ter comprado pra namorada... Depois disso não faço mais plano para o futuro. Daqui a dois anos não sei nem se vou estar viva. Eu vivo as oportunidades que aparecem é agora. Essa coisa de sabe como vai estar daqui a não sei quanto tempo é pra vidente. Aliás, tenho uma amiga que foi numa senhora, que dizem que é ótima, acertou tudo. Se quiser posso conseguir o telefone dela pra você, quer?
Fale sobre seus planos para o futuro. Como você imagina estar daqui a dois anos?
Perguntinha bááásica de entrevista essa, todo mundo tem a resposta ensaiada desde que saiu da faculdade certo?
A candidata responde:
Olha só, eu tive planos para o futuro uma vez. Casa, marido, filhos, carro e casa na praia. Um dia, sem mais nem menos o marido olhou pra mim e disse que não rolava mais. O plano virou ex-plano, a casa virou ex-casa, o marido, ex-marido, os filhos ainda estão esperando pra nascer, o carro virou dinheiro no banco e a casa na praia ele deve ter comprado pra namorada... Depois disso não faço mais plano para o futuro. Daqui a dois anos não sei nem se vou estar viva. Eu vivo as oportunidades que aparecem é agora. Essa coisa de sabe como vai estar daqui a não sei quanto tempo é pra vidente. Aliás, tenho uma amiga que foi numa senhora, que dizem que é ótima, acertou tudo. Se quiser posso conseguir o telefone dela pra você, quer?
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
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