sábado, 8 de setembro de 2007

Qual é o seu número?

A conversa rolou durante um almoço essa semana. Mas não é novidade. A gente viiiive falando disso. Só que nesse dia, tinha um detalhe a mais. Além de ficarmos descrevendo o homem “que é o meu número”, ainda ficou rolando dúvida de se a gente casa ou namora com o homem que é o seu número. Fiquei surpresa com as respostas, pois estávamos em cinco mulheres na mesa e descobri que sou a minoria. É óbvio que tenho um “número” de homem. - Leia-se: um cara alto e moreno, não pode ser lindo não, não sou chegada em homens com aquele rosto perfeito, também não gosto de homem magrelo, e claro, inteligência é fundamental! – Mas, pra mim o mais importante é o que a vida faz acontecer, o sentimento, o momento. Meu ex-marido não era alto, tenho 1,66 e ele tinha 1,73, era magrelo de pai e mãe, e bem, não era um primor de inteligência. Mas tinha outros encantos que me fizeram amá-lo. O que me pasmou foi o fato de que a maioria na mesa não deixaria os pretendentes nem se aproximarem se não preenchessem os requisitos para se encaixar no tal do número. Três são casadas. E o perfil bate exatamente. Mas sabe que agora me veio um pensamento meio maluco... Mais fácil descrever o perfil do digníssimo marido e dizer que esse é o seu número... sei lá, isso deve ser bobagem. O fato é que a quarta mulher presente na mesa, solteira, costumava sair com homens “no número” e vivia quebrando a cara até que deu uma chance para um que não era o número dela e viveu uma grande paixão.

8 comentários:

Leticia disse...

Bem pessoas não exatas como os números.São mais complexas.
E ás vezes vc convive com alguém muito tempo sem realmente conhecer a pessoa.
O ser humano é infitamente mais do que aparenta ser.

Fabiana disse...

A vida é cheia de surpresas. E eu acho a maior perda de tempo imaginar o tipo ideal.

bbjk

rafael disse...

As vezes eu encontro uma roupa ou um sapato que é o meu número, mas que não veste bem...

talvez seja assim também com os relacionamentos!
rsrs

bjus

Ana Paula disse...

Eu não sei, não... Meu número é moreno, inteligente, seguro e engraçado. Meu ex marido era quaaaase esse número. Daí me separei, namorei três loiros. Três desastres. Todos três super-seguros de si. Dois engraçados. Nenhum era um poço de inteligência... Não deu certo com nenhum... Talvez eu não fosse o número deles... Eles não eram o meu... Pena que o amor não é uma ciência exata...

a calma alma má disse...

> Leticia, às vezes a gente passa anos ao lado de uma pessoa sem conhecê-la. Às vezes, vidas inteiras...

> Fabiana, acho que quando eu tinha uns 12 anos eu imaginava o tipo ideal, e ele vinha em um cavalo branco me resgatar da bruxa malvada... hehehe. Depois disso a vida sempre surpreende mesmo.

> Rafael, perfeito! Concordo em gênero, NÚMERO e grau.

> Ana, acho que a gente tem o mesmo número! Mas já andei por números tão diferentes, já fiz tanta conta que agora parei de contar, mesmo!

Tudo ou nada ... disse...

É o que sempre digo, as vezes apostando no improvável pode ser que acerte e acerte bem.

Bjos

PS: obrigado pela visita e comentário no meu blog.

Cassandra disse...

Bem, quanto a esses padrões...Eu sempre vejo umas originalidades nas pessoas que me atraem. Ai fico bem eclética e me divirto muito conhecendo, descortinando. Só não suporto gente que gosta de se sentir superior inferiorizando os outros, e isso não é um padrão físico, é moral.
Obrigada por recomendar meu bloguim!

Paola a Estranha disse...

Eita parei aqui nem sei como.
Como você conseguiu traduzir o que sinto.
Irei falar isso por estes dias...
Estou na busca do número.
Tomara que encontre. rs

Beijocas,
Paola.